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10 livros e métodos para estudar idiomas sozinho – Parte 2

Continuando o artigo sobre livros e métodos para começar os seus estudos, gostaria de apresentar mais cinco fontes muito úteis para você escolher e explorar. Leia a segunda parte do artigo e descubra.

LearnLanguage1

Mais importante do que o material, é a sua atitude!

Esta é a segunda parte do artigo “10 livros e métodos para estudar idiomas sozinho”. Caso tenha caído aqui por acidente, leia a primeira parte clicando neste link. Nele, você vai encontrar mais cinco indicações de estudos.

Da mesma forma que fiz no texto anterior, selecionei cinco fontes incríveis para você estudar idiomas. Você não precisa estar começando a sua caminhada para usar alguma delas, você já pode ser experiente e, de repente, não conhecer alguma das fontes citadas aqui e desejar experimentá-la. É sempre bom tentar coisas novas.

Esta segunda parte vai tratar dos seguintes métodos:

6. Paul noble
7. FSI
8. Earworms
9. busuu.com
10. 50 languages

6. Paul Noble

Ainda não há nenhum artigo da Wikipedia sobre o Paul Noble, mas posso dizer que ele é um linguista inglês e que possui escolas de idiomas na Inglaterra. O método que ele desenvolveu é muito semelhante ao do Michel Thomas, que vimos no artigo anterior. Essa é uma das maiores críticas que existe em relação ao seu produto, dizem que é uma cópia dos cursos do polonês.

Realmente, há muitas semelhanças: os dois tentam replicar o ambiente de uma sala de aula, usam o inglês como língua base, focam na oralidade, não possuem material escrito e usam a técnica da desconstrução e reconstrução de estruturas do idioma. Mas é óbvio que também existem diferenças.

Para começar, o método do Paul Noble só abrange quatro idiomas: francês, espanhol, italiano e alemão. Diferentemente do curso do Michel Thomas, não há alunos no áudio, isto quer dizer que também não há erros. Apesar dessa ausência de erros e de interação com iniciantes, achei o áudio um pouco mais lento e um pouco mais repetitivo.

Neste método, é um nativo que pronuncia as palavras do idioma estudado. Paul Noble explica a construção das frases, mas é um nativo que as pronuncia. Pode parecer estranho em um primeiro momento, mas também tem seu lado positivo, já que a pronúncia que ouvimos é perfeita. Apesar do foco na oralidade, o professor traz diversas explicações gramaticais, comparações com o inglês que facilitam a nossa aprendizagem e dicas de pronúncia.

Na quarta lição do método de alemão, por exemplo, ele explica a formação de alguns verbos alemães a partir do inglês. Ele mostra que a diferença entre os verbos nos dois idiomas está apenas em sua terminação, o en: bringen, beginnen, campen, parken. Essas dicas são muito úteis, pois fazem com que possamos associar um novo conteúdo com um conceito que já dominamos. É claro que, depois de ouvir essa dica, já comecei a associar outras palavras: kommen, trinken, können…

Para não dizerem que eu só falo de estudar alemão, vou postar um pequeno vídeo com uma demonstração de uma aula de espanhol, ministrada pelo próprio Paul Noble:

Como professor, acredito que seria muito estranho trabalhar com um nativo a tiracolo, sem que eu pudesse pronunciar qualquer palavra em língua estrangeira. Talvez ele não faça isso na sua escola presencial, mas reserve essa abordagem apenas para a gravação das aulas.

7. FSI

Este método é bem conhecido pelos poliglotas e concorre – em termos de popularidade – com o Assimil. A sigla FSI corresponde a Foreign Service Institute, um órgão do governo americano responsável por treinar diplomatas e funcionários que precisem trabalhar no exterior. Para a infelicidade de alguns, o método só está disponível em inglês.

Mas eu também trago excelentes notícias! Ele é completamente gratuito! Há cursos de dezenas de idiomas e traz algumas subdivisões com objetivos distintos. Como assim? O curso FAST e o Headstart são voltados para os iniciantes, mas quem já possui algum conhecimento do idioma não foi deixado para trás, também há séries pensadas para esse público.

Outro pontos positivos: trabalha as quatro habilidades, mas, principalmente, a conversação; traz muito conteúdo (cada curso contém aproximadamente 500 páginas!); sugere inúmeros exercícios de drill (aquele método que nos permite construir mais frases com maior facilidade) e é focado em situações comuns, situações que os seus alunos encontrarão no exterior.

Para você ter um ideia do conteúdo do material, trouxe as informações do sumário dos dois primeiros capítulos da série FAST Japanese (clique para baixar o livro):

Chapter 1 – First encounters: Introduction to Japan and the Japanese language, Finding out where you are, Identifying objects, Asking about the availability of merchandise or services, Introductions;

Chapter 2 – Getting directions: Place names of interests in Tokyo, Some basic place expressions, Getting the answer you want, Asking the distance.

O estudo é realmente bem intenso, para quem deseja aprender em muito pouco tempo. A estrutura das lições do FAST Japanese é a seguinte: diálogo, vocabulário, prática (pronúncia, drill, compreensão auditiva, produção oral, leitura, dicas de conversação e de cultura). Infelizmente, o áudio deste livro não está mais disponível. Pelo menos, não consegui encontrá-lo na rede.

Mas eu tenho uma surpresa para você. Eles também possuem uma outra série sobre a língua japonesa, chamada Japanese Headstart, que funciona de forma bem semelhante à anterior, seguindo quase a mesma estrutura. Curtindo a nossa página no Facebook, você pode baixar o arquivo dos 5 primeiros módulos completos, com áudio, inclusive. 😉

É realmente muito conteúdo, com muitos exercícios e muitos arquivos de áudio. Um dos lados negativos é que, por apresentar tanto conteúdo, tanto material, acaba se tornando um pouco chato, um pouco seco. Além disso, por ser antigo (os primeiros foram produzidos por volta dos anos 60 e não foram atualizados), a qualidade do áudio e da própria diagramação não é tão boa.

Um outro empecilho é que o material não é feito para estudantes autodidatas. Na verdade, ele foi construído para ser um livro didático para a sala de aula, mas a sua fama de fazer com que os alunos aprendam um idioma em tempo recorde, o transformou em uma das fontes preferidas dos poliglotas.

Caso se interesse em baixar mais livros deste método, acesse este link. É gratuito!

8. Earworms

Este é mais um método focado na oralidade. Produzido em inglês pela famosa editora Berlitz, disponibiliza cursos de 16 idiomas. É um pouco diferente de tudo o que já vimos antes, este método une música e idioma, para provocar um estado de relaxamento no ouvinte, para que ele assimile mais facilmente a pronúncia. São conceitos da neurociência aplicados à aprendizagem de um idioma, buscando tornar o processo inconsciente.

Achei o material muito interessante quando ouvi pela primeira vez e muito agradável, tive uma boa experiência com ele. Uma notícia ainda melhor, pelo menos para mim, é que ele traz material escrito, com as frases trabalhadas no áudio. Acredito que a leitura, para um estudante visual, seja fundamental e admiro muito quando um método toma esse cuidado.

Infringindo, provavelmente, alguma lei de direitos autorais (como se eu comprasse todos esses materiais, rs), deixo um exemplo da primeira lição do segundo volume do curso de italiano:

Para me redimir, eis algumas amostras gratuitas do método, disponibilizadas no próprio site do produtor e contendo os 16 idiomas. É apenas uma aula por idioma, mas vale a pena conferir.

E, caso tenha se interessado pelo curso de italiano, sugiro que clique em dos dois links afiliados para comprá-lo: Rapid Italian, Volume 1 e Rapid Italian, Volume 2.

Apesar de estar divulgando o material e de ter realmente apreciado o conteúdo, tenho uma crítica a fazer sobre o método: ele é limitado. As frases estudadas são voltadas para quem deseja fazer uma viagem para o país em que se fale aquela língua e não para alguém que queira ler literatura como eu, por exemplo. Mas eu também gosto de viajar e preciso me comunicar com os nativos. Então, mesmo conhecendo essa limitação, faço uso dele para melhorar minha oralidade.

9. busuu.com

Antes do popular Duolingo, havia o busuu e, antes do busuu, o livemocha. Até gosto do Duolingo, mas não aprecio muito o livemocha. Vou explicar o porquê de ter citado esses três sites/aplicativos quando deveria estar me concentrando apenas em um.

O busuu, a meu ver, acertou no número de repetições, pois nunca fiquei entediado fazendo uma lição neste site.

A verdade é que descobri o busuu depois de ter abandonado o livemocha muito frustrado. Não gostava de repetir um exercício centenas de vezes quando já tinha entendido muito bem o que fazer. Apesar de utilizar o mesmo sistema de repetição e de apresentação de vocabulário do seu concorrente, o busuu, a meu ver, acertou no número de repetições, pois nunca fiquei entediado fazendo uma lição neste site.

Quando comecei a utilizar o sistema, fui sujeito de uma pesquisa interessante. Vou replicar aqui as perguntas que me fizeram:

1. Quando e como conheceu o Busuu?

Conheci o Busuu por acaso, através de um outro site de idiomas. Acho que era o about.com (muito bom, por sinal).

2. O que chamou sua atenção na primeira vez que esteve aqui?

O que me chamou atenção foi o ambiente bem mais amigável do que aquele que encontramos em outros sites, o nível de atividade dos participantes e sua disponibilidade para aprender e abrir-se à aprendizagem.

3. O que tras (sic) você frequentemente ao Busuu? Por que você usa o Busuu?

O que me traZ ao Busuu é uma união de dois fatores: as lições e a rede de relacionamentos. Não vou negar que é interessante conhecer pessoas novas que compartilham da mesma vontade de aprender que você tem, mas também não posso deixar de citar o benefício que as lições trazem para o aprendizado.

4. O que é mais relevante para você no Busuu?

Minha meta é tentar fazer um lição por dia como complemento de estudo, mas infelizmente não tenho tempo para tal. Eis a relevância: o complemento do estudo. Por que complemento? Porque as lições são bem resumidas e superficiais, funcionam mais como uma revisão do que já estudei fora do ambiente virtual ou em outros sites que, por exemplo, me trazem as regras gramaticais que preciso para construir bem meus textos. O Busuu tem essa limitação, para ter acesso ao conteúdo gramatical, é preciso pagar.

5. Você conhece algum outro site de aprendizado que use redes sociais? Quais?

Eu tentei o mesmo com o famoso livemocha e reconheço que fiquei muito desanimado. As lições eram longas e cansativas e o pessoal não era tão ativo quanto o é aqui. Fora o livemocha, não conheço outra rede de aprendizado com a mesma proposta.

6. Por que você prefere o Busuu?

Acho que já falei o suficiente nas questões anteriores.

É engraçado ler novamente o que escrevi há 6 anos. Muita coisa mudou desde então, o bussu oferece cursos de 12 idiomas que já podem ser feitos em português. Na época em que comecei a utilizar o site, só era possível usar o inglês como língua de apoio.

Haja vista todas essas mudanças, prefiro que você mesmo acesse o site e confira!

10. 50 languages

Chegamos ao nosso último método! Este site é altamente recomendado, o que eles conseguiram fazer é realmente incrível. É uma pena não ouvirmos falar tanto dele. Seu foco é a oralidade e traz palavras e frases divididas por temas e em várias combinações de idiomas possíveis. Em português, inclusive.

O grande trunfo desse método é apresentar cursos de 50 idiomas e 100 arquivos de áudio divididos por temas para cada um deles.

O grande trunfo desse método é apresentar 100 arquivos de áudio divididos por temas: pessoas, família, escola, hotel, etc. A seleção é bem interessante e me parece que todas as expressões são bem úteis e você pode alcançar até o nível A2.

O áudio é gratuito, qualquer um pode baixá-lo no site (clique aqui para acessar), mas, para ter acesso às frases escritas, é preciso comprar o livro.

Não tenho muito a dizer sobre este método: disponível em português, cursos de 50 idiomas, 100 lições em áudio e material escrito disponível para compra. Diferentemente do earworms, não há muita preocupação com música de fundo, mas, mesmo assim, o áudio é de alta qualidade. Você também pode baixar o aplicativo para Android ou Apple. =]

Ufa! Acabamos a nossa exploração. Quanto conteúdo, não é verdade? Espero que tenha gostado do artigo. Deixe seus comentários logo abaixo e, qualquer dúvida, não hesite em perguntar!

Um grande abraço e até a próxima!

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Sobre o autor | Website

Igor Barca domina inglês, francês, italiano e espanhol e estuda alemão e japonês. Sua missão é aprender ao menos 10 idiomas e ajudar você a aprender também!

7 Comentários

  1. Luiz Lucena says:

    Oi, Igor! Obrigado pela dica do 50 Languages. Ainda não conhecia.
    E parabéns pelo site! Vou favoritá-lo.

  2. felipe says:

    manow estou aprendendo meu primeiro idioma(japones) e como estudo sozinho por n ter cursos na minha cidade, estou com muitas dificuldades, me sinto perdido no meio de tanto material. preciso de ajuda kk

    • igorbarca says:

      Felipe, já baixou o ebook com as técnicas de estudo? Você pode aproveitar todas elas para seus estudos de japonês. Coincidentemente, também é o idioma que estou estudando no momento. Meu desafio é aprender japonês em 90 dias! Há alguns métodos (a maioria em inglês, como o Teach Yourself e o Japanese for Today) que podem te ajudar e muitos canais interessantes no YouTube (Learn Japanese with JapanesePod101.com e o do Luiz Rafael, por exemplo).

      Mas como é seu primeiro idioma, o ideal é que você use o português como língua de apoio: o método do 50 languages seria ideal para o áudio (japonês – português) e esta lista aqui (http://unilang.org/ulrview.php?res=134,143) podem te ajudar.

      Um abraço,

      Igor Barca.

  3. Carlos J Cunha says:

    O que você comentaria sobre o método Glossika?
    Obrigado.
    Carlos

  4. Anderson Cardoso says:

    Ótimo conteúdo até que enfim terminei de ler e digerir tudo.
    Citarei sempre este blog em meu futuro podcast 😀

    Muito Obrigado!

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